sábado, 28 de abril de 2007
DANIEL BARROCA expo
Posted by PAULO MENDES at 14:04
quinta-feira, 26 de abril de 2007
PROPOSTAS DA ARTE PORTUGUESA. POSIÇÃO:2007 _LIVRO E CONFERÊNCIA
Posted by PAULO MENDES at 21:59
terça-feira, 24 de abril de 2007
ELEIÇÕES FRANCESAS_SARKO ?
Posted by PAULO MENDES at 19:23
sábado, 21 de abril de 2007
CARLA FILIPE inaugura no IN.TRANSIT

IN.TRANSIT # 29.
apresenta uma exposição de CARLA FILIPE > PESQUISA NO CAMPO_ DESERTAR_ ANTES QUE GANHE UM CANCRO
inauguração. 21.abril.sábado. 16h. no edifício artes em partes na rua miguel bombarda 457 no Porto.
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Instalação site-specific para a sala IN.TRANSIT. Apresentação se uma série de aproximadamente 100 desenhos que relatam viagens realizadas pela artista entre 2002 - 2005. Esta é a primeira apresentação pública deste conjunto
de trabalhos.
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fichas técnicas.
ROTERDÃO 04 2004 – 2007
49 desenhos a tinta da china, esferográfica, com colagens e decalques sobre papel + materiais diversos como postais, fotografias, disco de vinil e recortes de imprensa.
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LONDRES 05 2005 – 2007
45 desenhos a tinta da china, esferográfica, com colagens e decalques sobre papel + materiais diversos.
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PORTO – PARIS - BERLIM – KASSEL – FRANKFURT 03 2003 – 2007
12 desenhos a tinta da china, esferográfica e colagens sobre papel.
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IN .TRANSIT # 29
texto sobre_CARLA FILIPE_DESERTAR
por_GISELA LEAL
A postura que adoptamos quando viajamos depende do olhar com que partimos e, num segundo momento, daquilo que encontramos. O acto da partida pode ser impulsionado pelo desejo de encontrar a diferença, por pura curiosidade vernácula, pela procura de marcas de uma história universal onde, por afinidade, se encontrem laivos da própria identidade ou apenas por uma necessidade visceral de mudar de lugar. Em qualquer dos casos, pensamos em sair, deixar um lugar para ir de encontro a outro. Não falamos aqui de um acto de abandono da pátria em busca de exílio ou do renegar de um contexto familiar, social ou político. No entanto, num ponto podem cruzar-se as motivações da partida com as deste "desertar", de Carla Filipe: a exploração de possibilidades.
A viagem pode até ser feita no papel, como nos ensinam obras fundamentais da literatura mundial como a Odisseia, a Divina Comédia, Os Lusíadas, o Dom Quixote ou a própria Bíblia. Na tradição portuguesa, a literatura de viagem tem particular importância se pensarmos que os seus antecedentes são os registos dos navegadores na época dos descobrimentos. Procurando fixar rotas, características da costa ou atmosféricas que permitissem a repetição da façanha, aos diários de bordo (cuja função seria, por isso, puramente pragmática) foram sendo associados elementos de carácter narrativo que introduzem desde logo a subjectividade que revela a relação do narrador com o observado.
Hoje, como então, a primeira relação criada com o novo espaço é visual, as primeiras impressões são recebidas pelo olhar, o primeiro lugar habitado é o mapa. As representações surgem pela primeira vez aí, desde logo assentes em convenções. Mas cedo a relação com o espaço assume contornos de transgressão: descobrem-se direcções, indicações, sugestões, que apenas os passos que acompanham o olhar podem perseguir.
Por aqui segue o viajante – o turista, o curioso, o investigador ou o artista. E se quisermos falar do olhar do artista, veremos como pode transfigurar o seu objecto de observação, de modo declaradamente propositado. E o propósito poderá até ser o de resguardar um outro espaço de liberdade e, simultaneamente, de reencontro: a criação.
De uma experiência de ida a identidade pode, de facto, regressar transfigurada. Carla Filipe remete essa transfiguração para o seu trabalho – os desenhos.
E o que a artista evidencia nesta primeira exposição da nova série de trabalhos resultantes de viagens a cidades europeias é precisamente uma atenção do olhar e um cuidado na recolha de múltiplas referências que lhe permitem a posteriori construir novas representações (particulares, críticas, sensíveis, impressivas, relacionais, irónicas e até cómicas), derivadas e, ao mesmo tempo, distanciadas das retidas nos lugares de destino.
Trabalhar sobre representações encontradas, analisando-as, manipulando-as e acrescentando-lhes a diferença é, afinal, uma forma de digerir a informação. E a artista trabalha-a recorrendo a várias fontes: a que se impõe por meio da divulgação turística, especificamente concebida para atrair o interesse do forasteiro, e a que resulta da atenção devotada a elementos da cultura local (os jornais, a organização social, o urbanismo, o protagonismo da arte). Num outro plano, emergem as experiências pessoais adquiridas in loco – a descoberta casual do sítio, em Londres, onde Jack o Estripador angariava as suas vítimas ou a queda caricata à porta da White Cube Gallery frente a Paula Rego.
As referências aos elementos que servem de ponto de partida aos desenhos resultam no cruzamento entre referenciais pessoais e referenciais locais, cuidadosamente reorganizados.
São os próprios elementos constitutivos dos desenhos a criar as dinâmicas de percepção e identificação, mas dentro de um processo de recontextualização assente na manipulação, distorção, reinterpretação, apropriação de ícones, introdução de elementos estranhos ao local, à situação, ao personagem ou à estória de partida.
Processo minucioso este que revela em pormenores as impressões e a reflexão da artista, numa intervenção feita de pequenas narrativas e figurações (por meio do desenho ou do texto), agrupadas em três blocos/ viagens. Em cada um deles se percebe uma relação particular com o lugar de destino. A possibilidade terá sido sempre, num ou noutro momento, desertar.
GL, abril, 2007
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CV_CARLA FILIPE
Carla Filipe nasceu em 1973 na Póvoa do Valado (Aveiro).
Em 2001 concluiu a licenciatura em Artes plásticas - escultura na FBAUP. Entre as exposições individuais destacam-se em 2005 "Without Name" na Galeria Quadrado Azul, Porto e em 2004 "Zona de Estar" no espaço Salão Olímpico, Porto.Entre as exposições colectivas destaca-se em 2006 a participação e co-organização da exposição "Busca Pólos" (parte 1) no Centro Cultural de Vila Flor em Guimarães, com os trabalhos "Linha territorial" e "Periurbano I - uso privado sem cadeado" e "Busca Pólos" (parte 2) no Pavilhão de Portugal em Coimbra, programado pela Fundação de Serralves, com os trabalhos "People centred" e " Periurbano II - doacção comunitária com cadeado". No ano de 2005 participou no Projecto TERMINAL na exposição "TOXIC, O Discurso do Excesso" com o trabalho "Família".Tem feito um percurso na maioritariamente em espaços independentes da cidade do Porto, como a Caldeira 213, Artemosferas, Pêssegoprásemana, A Sala. Foi membro e colaboradora do espaço Salão Olímpico (2003/05) e gere neste momento juntamente com Isabel Ribeiro o projecto "Apêndice".
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IN.TRANSIT
terça a sábado. 14.30h. às 19.30h até 26 maio
contactos. 936396964_ paulomendes@plano21.net
projecto IN.TRANSIT
produção_PLANO 21.associação cultural
apoio_ARQUITRAVE.arquitectos associados lda.
Posted by PAULO MENDES at 00:33
ANDRÉ ALVES inaugura na GALERIA REFLEXUS
Posted by PAULO MENDES at 00:21
sexta-feira, 13 de abril de 2007
REFLEXUS expo inaugural último dia_sábado 14

> PAULO MENDES
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Exposição colectiva com ANDRÉ ALVES > ISABEL RIBEIRO > ISRAEL PIMENTA > JOÃO FONTE SANTA > JOSÉ ALMEIDA PEREIRA > LUIS RIBEIRO > MAURO CERQUEIRA > MAX FERNANDES > PAULO MENDES > RITA CASTRO NEVES > SÓNIA NEVES + ARLINDO SILVA >
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REFLEXUS _ Arte Contemporânea
Rua D. Manuel II, 130, 2 frt4050-343 Porto (localização junto a Miguel Bombarda)
Sábado das 15h_19.30h
tel. 936866492


> JOÃO FONTE SANTA
Posted by PAULO MENDES at 19:16
quinta-feira, 12 de abril de 2007
EDUARDO MATOS inaugura no APÊNDICE
de EDUARDO MATOS
até 30 de Abril.
Projecto Apêndice
Centro Comercial de Cedofeita, Loja nº 100
Rua de Cedofeita - Porto
o.apendice@gmail.com
Posted by PAULO MENDES at 10:43
JOSÉ MAÇAS DE CARVALHO inauguração na SOLAR
Posted by PAULO MENDES at 10:41
terça-feira, 10 de abril de 2007
SALÃO OLÍMPICO lançamento do livro
para o lançamento do Livro Salão Olímpico 2003/06
Quarta-feira_11 de Abril_às 22h
Salão Olímpico, rua Miguel Bombarda_257 - Porto
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O livro Salão Olímpico 2003/06, publicado em parceria pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e o Centro Cultural Vila Flor e concebido por José Maia.
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Este livro documenta toda a actividade do Salão Olímpico entre 2003 e 2005, assim como, as exposições Busca Pólos I e II realizadas no ano de 2006 no Centro Cultural Vila Flor - Guimarães e no Pavilhão Centro de Portugal - Coimbra.
Diversos autores foram convidados a reflectir a actuação e experiência do Salão Olímpico, através de ensaios escritos e visuais.
Salão Olímpico 2003/06:
Apresentação - João Fernandes
Salão Olímpico - Ivo Martins
Sentámo-nos à mesa para conversar - José Maia conversa com Carla Filipe, Isabel Ribeiro, Eduardo Matos, Renato Ferrão e Rui Ribeiro, membros fundadores do Salão Olímpico
Montes da Verdade - Ricardo Nicolau
Salão Olímpico - Sandra Vieira Jürgens
Os Fanzines no Porto, Hoje - Marco Mendes
O autor como produtor - João Sousa Cardoso
Abrir o campo de acção - Rui Ribeiro
Depoimentos visuais
Exposições no Salão Olímpico - Gisela Leal
Exposição Busca Pólos - Gisela Leal
Publicação Olímpico # 0
Publicação Olímpico # 1
Textos de Artistas
Flyers, Cartazes
Biografia dos artistas

Posted by PAULO MENDES at 18:32
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Sol LeWitt morreu


Depois de uma longa batalha contra o cancro morreu no passado dia 8 de Abril em N.Y. com 78 anos.
Em 1969 publicou Sentences on Conceptual Art texto determinante para a compreensão e desenvolvimento da arte contemporânea.

by Sol Lewitt (1969)
1_Conceptual artists are mystics rather than rationalists. They leap to conclusions that logic cannot reach.
2_Rational judgements repeat rational judgements.
3_Irrational judgements lead to new experience.
4_Formal art is essentially rational.
5_Irrational thoughts should be followed absolutely and logically.
6_If the artist changes his mind midway through the execution of the piece he compromises the result and repeats past results.
7_The artist's will is secondary to the process he initiates from idea to completion. His wilfulness may only be ego.
8_When words such as painting and sculpture are used, they connote a whole tradition and imply a consequent acceptance of this tradition, thus placing limitations on the artist who would be reluctant to make art that goes beyond the limitations.
9_The concept and idea are different. The former implies a general direction while the latter is the component. Ideas implement the concept.
10_Ideas can be works of art; they are in a chain of development that may eventually find some form. All ideas need not be made physical.
11_Ideas do not necessarily proceed in logical order. They may set one off in unexpected directions, but an idea must necessarily be completed in the mind before the next one is formed.
12_For each work of art that becomes physical there are many variations that do not.
13_A work of art may be understood as a conductor from the artist's mind to the viewer's. But it may never reach the viewer, or it may never leave the artist's mind.
14_The words of one artist to another may induce an idea chain, if they share the same concept.
15_Since no form is intrinsically superior to another, the artist may use any form, from an expression of words (written or spoken) to physical reality, equally.
16_If words are used, and they proceed from ideas about art, then they are art and not literature; numbers are not mathematics.
17_All ideas are art if they are concerned with art and fall within the conventions of art.
18_One usually understands the art of the past by applying the convention of the present, thus misunderstanding the art of the past.
19_The conventions of art are altered by works of art.
20_Successful art changes our understanding of the conventions by altering our perceptions.
21_Perception of ideas leads to new ideas.
22_The artist cannot imagine his art, and cannot perceive it until it is complete.
23_The artist may misperceive (understand it differently from the artist) a work of art but still be set off in his own chain of thought by that misconstrual.
24_Perception is subjective.
25_The artist may not necessarily understand his own art. His perception is neither better nor worse than that of others.
26_An artist may perceive the art of others better than his own.
27_The concept of a work of art may involve the matter of the piece or the process in which it is made.
28_Once the idea of the piece is established in the artist's mind and the final form is decided, the process is carried out blindly. There are many side effects that the artist cannot imagine. These may be used as ideas for new works.
29_The process is mechanical and should not be tampered with. It should run its course.
30_There are many elements involved in a work of art. The most important are the most obvious.
31_If an artist uses the same form in a group of works, and changes the material, one would assume the artist's concept involved the material.
32_Banal ideas cannot be rescued by beautiful execution.
33_It is difficult to bungle a good idea.
34_When an artist learns his craft too well he makes slick art.
35_These sentences comment on art, but are not art.
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Posted by PAULO MENDES at 22:28
quarta-feira, 4 de abril de 2007
DAVID LYNCH _ estreia nacional de INLAND EMPIRE

INLAND EMPIRE _ o último filme de DAVID LYNCH
estreia quinta-feira _ dia 5 de Abril.
O filme estreia no Cinema Medeia Monumental_ Lisboa
e no Cinema Medeia Cidade do Porto_ Porto.
Posted by PAULO MENDES at 23:11
segunda-feira, 2 de abril de 2007
SALAZAR, momentos de ternura para os nostálgicos de Portugal...made in portugal
Posted by PAULO MENDES at 11:06
MADE IN AMERICA


WE ARE WATCHING YOU!...
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http://www.youtube.com/watch?v=fJuNgBkloFE

Posted by PAULO MENDES at 10:42
sexta-feira, 30 de março de 2007
Apontamentos sobre a minha nova instalação vídeo
THE CINEMATIC EXPERIENCE 2007
DVD loop (tripla projecção)_cor_som_10 min.
(apresentação em três LCDs integrados numa pintura sobre as paredes da galeria)
"Ce n’est pas une image juste, c’est juste une image."
Frase retirada do filme Vent d’Est (1969) realizado pelo Grupo Dziga Vertov (Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin)

WHO’S AFRAID OF RED, YELLOW AND BLUE é o título de uma série de pinturas do pintor Barnett Newman ligado ao movimento minimalista americano. A mais famosa dessas telas foi adquirida pelo Stedelijk Museum em Amesterdão e mais tarde vandalizada por um desconhecido pintor holandês em Março de 1986.
O seu restauro foi polémico pois os críticos consideraram aquando a sua reaparição pública que a obra e as suas cores tinham perdido a sua verdadeira “essência”. A “sacralizada” pintura de Newman acabou, ao pretender-se preservar, vítima de um “détournement” involuntário.
Neste trabalho em vídeo são também reformuladas imagens retiradas do contexto cinematográfico, sendo todas as sequências de loop apropriadas de longas-metragens e colocadas num mesmo nível de leitura enquanto imagens independentes, retirando-lhes assim a possível legitimação pelo contexto do filme a que pertencem.
As narrativas lineares a que estas imagens pertencem transformaram-se em fragmentos de gestos quotidianos, que representando acções e emoções agora recodificadas dentro de uma entidade narrativa mais abstracta.
A montagem da obra, embora em vídeo, remete para um suporte de parede, televisores de LCD, as imagens apresentadas relacionam-se entre elas por predominâncias cromáticas aproximando-as assim de um contexto mais plástico e pictórico.
O desenho pintado sobre a parede da galeria, onde estão presos os monitores LCD, reproduz um célebre trabalho gráfico criado pelos situacionistas nos finais dos anos 50 relacionado com a psicogeografia:
"La formule pour renverser le monde, nous ne l’avons pas cherchée dans le livres, mais en errant. C’était une dérive à grandes journées, où rien ne ressemblait à la veille, et qui ne s’arrêtait jamais. Surprenantes rencontres, obstacles remarquables, grandioses trahisons, enchantement périlleux, rien ne manqua dans cette poursuite d’un autre Graal néfaste, dont personne n’avait voulu."
Guy Debord, In girium imus nocte et consumimur igni (1978)
O conceito de deriva, aplica-se aqui à narrativa. A introdução da industrialização no cinema americano na década de 30 do século XX através do estúdio MGM e do seu director de produção Irving Thalberg criou um modelo normativo de narrativa linear, como substituto do romance do século dezanove, aniquilando praticamente as possibilidades mais experimentais do cinema.
Neste trabalho em vídeo as personagens perderam as suas referências e a deriva acontece nos infinitos cruzamentos aleatórios das personagens que adquiriram outra dimensão para além daquela a que pertenciam originalmente.
(P.M. 07)
Posted by PAULO MENDES at 21:47
sábado, 17 de março de 2007
PAULO MENDES X 3 _ in PORTO

WHO’S AFRAID OF RED, YELLOW AND BLUE /
THE CINEMATIC EXPERIENCE
nova instalação vídeo que produzi para ser apresentada em três LCDs sobre uma pintura executada na parede da galeria.
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Exposição colectiva na nova galeria REFLEXUS ARTE CONTEMPORÂNEA com ANDRÉ ALVES > ISABEL RIBEIRO > ISRAEL PIMENTA > JOÃO FONTE SANTA > JOSÉ ALMEIDA PEREIRA > LUIS RIBEIRO > MAURO CERQUEIRA > MAX FERNANDES > RITA CASTRO NEVES > SÓNIA NEVES + ARLINDO SILVA
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REFLEXUS _ Arte Contemporânea
Rua D. Manuel II, 130, 2 frt
4050-343 Porto (localização junto a Miguel Bombarda)
Terça a Sábado das 15h_19.30h
tel. 936866492
SPANK THE DOG_ EDUCATIONAL GAMES FOR SMALL PEOPLE
Nova instalação produzida para este projecto de interacção com crianças.
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PROJECTO XXS _ ESPAÇOS EM CONSTRUÇÃO ENTRE ARTISTAS E CRIANÇAS >
Com a participação de_ CARLA FILIPE _ INÊS MOREIRA _ LUÍS ALEGRE _ MANUEL SANTOS MAIA _ MIGUEL FLOR _
Performances de_ ANTÓNIO LAGO _ SUSANA CHIOCCA
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INFO>
www.projectoxxs.blogspot.com
02 Fevereiro a 01 Abril de 2007 (Horário: 14h00 – 19h30)
Encerra à segunda-feira_Entrada gratuita
Praça da Estação de Metro da Trindade_ Porto
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Contactos e informações_
Inês Moreira 93 475 80 04
inesmoreira@plano21.net
Marcação de escolas e grupos_
M. Adelaide Ferreira – 96 504 47 64
m.adelaidef@netcabo.pt
IN.TRANSIT # 28 _ exposição de ANDRÉ ALVES
um projecto comissariado por. PAULO MENDES
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THING, CONTROLLED BY THE FEAR OF IDENTIFICATION OR HELMET
COISA, CONTROLADA PELO MEDO DE IDENTIFICAÇÃO OU ELMO
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Apresentação de uma instalação site-specific para a sala IN.TRANSIT composta por dois grandes desenhos a grafite sobre as paredes e uma construção tridimensional em contraponto.
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exposição de 13 janeiro a 7 de abril
edifício artes em partes
rua miguel bombarda 457
4050-379 PORTO
terça a sábado. 14.30h. às 19.30h
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projecto IN.TRANSIT
produção_PLANO 21.associação cultural
apoio_ARQUITRAVE.arquitectos associados lda.
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HAVE A NICE WEEK-END!
Posted by PAULO MENDES at 01:42
LEONOR ANTUNES expo
Posted by PAULO MENDES at 01:36
quarta-feira, 14 de março de 2007
DAVID LYNCH PRESENTS
Presented at the Fondation Cartier pour l’art contemporain in Paris, The Air is on Fire is the largest exhibition devoted to David Lynch as a visual artist. Exploring the multiple facets of this work, it brings together paintings, photographs, drawings, experimental films, and sound created since 1960. This exhibition event offers an exceptional occasion to discover and to revisit his creations with never-before-seen works, installed in an environment designed by him. It is complemented by a series of Nomadic Nights events, including concerts and projections, that he created.
Posted by PAULO MENDES at 01:26
terça-feira, 13 de março de 2007
PEDRO BANDEIRA expo

Questionando o estatuto do público enquanto espectador e entidade componente do espectáculo esta instalação resulta visualmente e conceptualmente numa situação que convoca o público, enquanto espaço arquitectónico colectivo e que pela montagem da obra remete também para o exterior, um palco para a rua e para as pessoas que por ali passam e o privado, enquanto memória individual cinematográfica representativa de uma liberdade de auto-expressão que pode ser associada mais prosaicamente a um possível e desafinado assobio matinal no chuveiro doméstico.

A legitimação social que certos públicos podem pretender ao frequentar o projecto arquitectónico da Casa da Música e ao ouvirem música erudita é aqui confrontada com o aspecto low-tech desta construção e da música popular associada.
Just SINGING IN THE RAIN: he yodels! He jumps about to music!
Posted by PAULO MENDES at 11:16





























